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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

♫ Como comprar seu instrumento - Parte I ♫




Olá meus bons, e o groove?

O post de hoje, traz um assunto que muitos músicos, tanto iniciantes quanto alguns com certa experiência passam quando precisam comprar um instrumento ou um equipamento, e as vezes por falta de um senso analítico em relação as necessidades, ao poder aquisitivo e as opções que o mercado oferece, acabam realizando maus negócios.

Em primeiro lugar, tenha em mente bem definido aquilo que você realmente necessita comprar. Qual é a sua necessidade no momento? Por que isso ou aquilo é necessário?

Se você é iniciante, procure informações em fóruns da internet, leia artigos de revistas especializadas e converse com músicos mais experientes, para que assim você possa ter uma visão mais ampla de tudo aquilo que está disponível no mercado.

Se você já é um músico veterano, também não custa nada se inteirar dos assuntos relativos ao equipamento que deseja adquirir ou mesmo buscar novas oportunidades de compra.

Outro ponto a destacar, é o fator financeiro. Sabemos que nossas necessidades são ilimitadas e á medida que satisfazemos uma necessidade, outras e mais outras vão surgindo. Sendo assim, deve-se levar em conta quanto você tem disponível para gastar no seu equipamento.

Às vezes os nossos olhos vão direto naquele bem, instrumento ou equipamento que é mais caro, e isso é fato. Porem, sabe-se hoje que preços é possível conseguir um bom equipamento, pagando um preço bem mais em conta. Hoje, a qualidade no processo de gestão das empresas acontece de forma dinâmica e em toda a organização, ou seja, é possível encontrar, por exemplo, um bom instrumento, com um bom visual, um bom som, mas com um preço bem em conta. Lógico, que equipamentos consagrados custam mais caros, no entanto é possível conseguir um bom equipamento que faça bem sua função sem “dever nada” para um equipamento consagrado.

Agora o mais importante, nunca caia no papo de vendedor! Acredite, a função dele é vender, pois ele ganha para isso e ganha em cima disso! Um vendedor experiente faz com que você enxergue, ouça e acredite piamente que um baixo simples seja parecidíssimo com um Fender Jazz Bass (rs). Nem todos os vendedores são honestos, e quando percebem que o cliente é novo no ramo, a primeira coisa que ele vai querer te empurrar é aquele instrumento que está no estoque á séculos e por um preço de instrumento novo. Outro artifício dos vendedores é SIMULAR um desconto de 30% que todos nós temos direito, tanto em pagamento a vista, como no cartão de crédito e acreditem, na maioria das vezes, esse desconto NÃO EXISTE. Os vendedores pegam uma calculadora dessas “Xing ling” e uma tabela MEDÍOCRE e somas, multiplicam, elevam ao quadrado, ao cubo, mas jamais diminuem um centavo desta conta. Então, seja esperto! Leve sua calculadora, e faça com ele os cálculos, questione e procure obter realmente o seu desconto, exija tudo o que puder, desde brindes até condições favoráveis de pagamento.

Lembro que uma vez, fui comprar um baixo de ultima hora, pois meus baixos estavam totalmente desregulados por causa de uma mudança súbita na temperatura e até que eu solicitasse ao luthier uma retifica de braço e regulagem do tensor, demoraria um pouco. Chegando à loja, achei um instrumento perfeito pra ocasião que iria tocar. O preço na época era de R$ 1.399,00. Havia ainda um desconto de 30% e pedi ao vendedor um orçamento. Meus amigos, quando esse orçamento chegou, o baixo veio com um valor embutido de 40% a mais no preço, e os 30%? Foi nessa hora que eu saquei a maravilha dos negócios *--* Minha calculadora financeira (rs) E perguntei pro tal vendedor se ele estava vendendo o baixo pra mim ou pra mãe dele, com o perdão da expressão. Resultado: levei o baixo 40% mais barato, por que descobri ainda umas avarias na pintura e na estética, ganhei um cabo de 5m que não estava incluso no kit, 3 palhetinhas, além das chaves de regulagem que acompanham o baixo e de uma boa condição de pagamento. Foi bom ver a cara do vendedor de decepção, naquele dia ele foi a caça (rs).

No nosso próximo post, iremos aprender a avaliar um instrumento musical antes de comprá-lo.

Fiquem com Deus e até mais!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

♫ Com vocês a Banda “Acheropitas Beterraba Rock Club” !!! ♫



Olá a todos os visitantes e colaboradores !

Hoje vamos tratar de algo que em uma banda é muito importante, assim como qualquer outro quesito funcional.

Vamos imaginar como seria a banda dos sonhos? Bom, a banda dos sonhos, na minha opinião, citando aleatoriamente, seria composta por Travis Barker (Blink-182) na bateria, Flea (RHCP) no baixo, Carlos Santana na guitarra e o saudoso Fred Mercury (Queen) nos vocais.

Agora você me questiona: O que o titulo desde texto, e essa brincadeira de banda dos sonhos tem haver?

Pois bem, vamos lá. Primeiro: uma banda precisa ter integrantes que saibam desempenhar bem o seu papel, a sua função. Precisa ter um bom entrosamento, sincronia e saber interagir entre si. Precisa ainda ter um equipamento que possibilite suas atuações e também precisa ser vista e ouvida, pois essa é a missão de toda banda, se fazer ouvir e mostrar seus trabalhos, músicas, etc.

Com o passar do tempo, vai surgindo convites para a banda tocar e tal, e imaginem só, uma ligação de um contratante, que ouviu falar muito bem de uma rapaziada que toca legal, e aí ela pergunta: “Mas, como é mesmo o nome da banda deles?” (risos)

Escolher bem o nome da banda é algo que importa e interfere muito para a promoção e divulgação da banda. Além disso, o nome deve se adequar à sonoridade e ao estilo que a banda tem. Deve ser claro, objetivo e cognitivo, ou seja, ao escutar o nome, as pessoas devem automaticamente relacionar tal verbete ao conjunto, à banda.

Deve-se tomar cuidado com o nome escolhido, para que ele não fique muito “enfeitado” e de difícil pronuncia, e ao mesmo tempo, não fique fora da relação Banda X Estilo.

A “banda dos sonhos” que eu criei na brincadeira, eu batizei de Acheropitas Beterraba Rock Club, pois com essa diversidade de integrantes, eles se tornaram uma banda divina e vocês sabem por quê???

Por quê com essa mitura só Deus sabe o que iria sair dalí! Rs
Este mesmo texto está disponível no seguinte link do yourband.com.br, onde sou colunista: http://www.yourband.com.br/2010/11/falandu_baixo2/

Um abraços a todos e até a próxima!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

♫ Nova Parceria: Roberto Reis + yourband.com.br ♫


Salve Salve meus colaboradores!

Mais uma boa notícia chega e mais uma nova parceria é firmada. É com grande alegria que venho comunicar à vocês a minha mais nova parceria.

Na última quarta-feira (20.10.2010), virei parceiro do site yourband.com.br, onde quinzenalmente irei publicar artigos na minha coluna no site, intitulada de FALANDU BAIXO.

Descobri  o site yourband.com.br quando estava rastreando meus artigos em outros domínios da web, e no site constam vários artigos meus, todos com os créditos e referências do Blog Fala  Baixo!

Mandei um e-mail  de agradecimento para o Vit, produtor executivo de bandas, e ele prontamente me fez o convite de ser colunista do site, pois o trabalho que desenvolvo segue a mesma linha do site yourband.com.br

Agradeço ao Vit pela oportunidade e credibilidade depositada.

Para ler a coluna FALANDU BAIXO, acesse: http://www.yourband.com.br/2010/10/falandu_baixo1/

Abraços a todos!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

♫ Ao Mestre com Carinho... ♫




Hoje é dia 15 de outubro, e como sabemos, neste dia comemoramos o dia do Professor.

Ser professor é pode construir laços de amizade e fraternidade por onde se passa, marcando momentos importantes na vida de todos.

O professor verdadeiro, aquele que nasceu para ser e não aquele que é sem razão, é aquele que nos ensina em primeiro lugar a direção certa, aquele que mostra o caminho e justifica o seu ensino.

Além disso, é aquele que muitas das vezes tem que segurar nossas mãos para que nós possamos aprender a traçar nosso próprio caminho. O professor verdadeiro é aquele que ensina que a vitória é uma conseqüência de um conjunto de ações bem planejadas e idôneas, mas também é aquele que nos ensina a erguer a cabeça, olhar no horizonte e nos diz: “tente outra vez”, “acredite”, “Você pode!”. É aquele, sobretudo, que nos ensina como superar as dificuldades.

Ser professor, muitos são, qualquer um pode ser, basta se qualificar para tanto. Porém, NASCER para SER professor é algo para poucos, pois acredito que eles são pessoas especiais que Deus manda ao mundo para revelar novos e novos talentos e ajudá-los a vencer.

Portanto, hoje quero prestar uma singela homenagem ao meu professor de Música e Baixo Elétrico, Mestre Diórgenes Torres.

O professor Diórgenes ou como o chamo, O Gigante, é uma pessoa de caráter, honesta e acima de tudo verdadeira. Incapaz de negar um conselho ou um auxílio, ensina tudo que pode, tudo que sabe e participa de cada progresso dos seus alunos.

Possui uma personalidade calma e serena, mas quando toca, literalmente, parece um gigante, alguém tão forte que parece que domou um monstro, e ao mesmo tempo é sutil, sempre com solos e levadas geniais.

Agradeço a Deus por ter a oportunidade de ser seu aluno, pois muito tenho aprendido com você. Guardo seus conselhos e frases na memória, pois são de grande valia para mim.

Obrigado professor por não somente me formar um baixista, mas sim um músico de verdade, com honra, dignidade e ética.

Espero que o próximo dirigente do nosso país, seja ele o “lula de saia” ou o tucano (45), valorizem mais a educação e principalmente invistam e valorizem mais nossos professores, dando a eles boas condições de trabalho, capacitações eficazes e salários dignos, pois um país começa a crescer pela educação de seu povo.

Um forte abraço!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

♬ Parceria Nova: Serviços Luthier & Cia ♬


Olá meus colaboradores,

A postagem de hoje traz uma noticia muito feliz. Venho falar da minha mais nova parceria. Eu, Roberto Reis, firmei parceria com um luthier de São Luís do Maranhão, minha cidade natal.

Luís Fernandes é um dos melhores luthiers que conheço e também possui um talento singular para a fabricação, customização e conserto de instrumentos musicais, além de ser uma pessoa de coração bom, humilde e honesta.

Há muito tempo nós conversávamos sobre negócios e musica até que surgiu a idéia de formarmos uma parceria.

Agora eu cuido da parte administrativa e marketing da empresa Luthier & Cia, além de fazer mídias externas, como logomarcas e também um blog que logo estará no ar, e o luthier Luís Fernandes cuida de todos os meus baixos e violinos, fazendo regulagens, manutenções, ajustes, reparos e customização.

Para completar o pacote, agora eu irei representar uma linha de baixos handmade fabricados pelo luthier em série limitada. Serei endorse dos seus serviços e instrumentos.

Está em construção o baixo que levará meu nome, o Roberto Reis Bass, ou simplesmente RR Bass.

É um baixo modelo jazz bass, com corpo em cedro, braço em maple, escala em pau-ferro, 21 trastes, braço fino, circuito passivo, captação hibrida Jazz Bass (Captador próximo ao braço) + Hambucker estilo Music Man (próximo a ponte), ferragens cromadas, strap locker, ponte standard, cor emadeirada (natural fosco), escudo preto e de quatro cordas.

O baixo será construído sobre todas as minhas especificações (peso, medidas, etc) para oferecer a sonoridade que mais aprecio: tons médios graves e slaps secos e brilhantes com freqüências bem definidas.

Atualmente, alguns dos meus instrumentos passaram pelo “raio x” do luthier e tiveram muitos ajustes feitos, tais como:


  • Ibanez BTB 5: Teve regulagem do tensor duplo, limpeza geral, blindagem, foram eliminados ruídos dos potenciômetros, blindagem do circuito e mudança de afinação que hoje é E-A-D-G-C (afinação hibrida, que junta a afinação tradicional com a afinação baixo tenor, ainda permite extrair sons como o baixo de seis cordas, sem contar a versatilidade deste tipo de afinação);
  • Strinberg PB CAB 16: Mudança do circuito interno, regulagem completa (trastes, braço, ponte, oitavas e captadores). O baixo está soando muito diferente (cumpade, o baixo fala mermão! Auhsuahsuha);
  • Baixolão Strinberg: Regulagem completa, marcas e riscos retirados, circuito interno refeito. O baixo está com um ótimo sustain, som definido e tocabilidade super confortável.

Enfim, espero que essa parceria seja duradoura e cheia de sucesso. Assim que o meu baixo em construção estiver pronto, apresentá-lo-ei aqui para todos. E, você que precisa de serviços de qualidade, como regulagens, consertos e customização, entre em contato comigo que encaminharei você ao Luthier & Cia, que em breve terá um blog repleto de coisas interessantes, dicas, vídeos e fotos sobre tudo que róla nos backstages da musica.

Um abraço a todos e até a próxima que agora eu tenho que colocar meus estudos em dia, senão eu vou pegar uma senhora bronca do mestre Diorgenes... Falou

terça-feira, 17 de agosto de 2010

::: Luto: Morre uma lenda do Funk :::




Robert Wilson, baixista do grupo de funk Gap Band morreu neste domingo (15) aos 53 anos.

Segundo Karen Lee, assessora do irmão de Robert e vocalista da Gap Band Charlie Wilson, o baixista teria sofrido um ataque cardíaco na sua casa em Palmdale, na Califórnia.

O trio de irmãos Oklahoma, completado por Ronnie Wilson, conseguiu seus primeiros hits em 1979, com faixas como "Shake" e "Open your mind (Wide)”.

Fizeram mais sucesso ainda nos anos 80, com músicas como "Outstanding," "You dropped a bomb on me," "Oops upside your head" e "Yearning for your love,", entre outras.

“Meu irmão Robert era um gênio no baixo”, afirmou Charlie em uma nota nesta segunda-feira (16). “Nós tínhamos laços como irmãos, músicos e amigos. Eu o amava, e perdê-lo é muito difícil para mim e para Ronnie. O mundo da música perdeu um homem muito talentoso”.

Robert Wilson esteve em turnê nas últimas semanas, incluindo uma parada em sua cidade natal, Tulsa.

O blog Fala Baixo! presta sua homenagem a um dos grandes baixistas do Funk... Que Robert Wilson alegre Deus e aos anjos com suas levadas geniais... Hoje o céu está mais swingado.

Vá em paz Sr. Wilson!!!

Texto retirado de: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/08/morre-robert-wilson-o-baixista-da-gap-band.html

terça-feira, 10 de agosto de 2010

♫ Competências e Habilidades Musicais ♫ - Parte II


Olá a todos meus colaboradores e visitantes!

Devido às minhas muitas atividades, a postagem do Blog Fala Baixo! agora se tornou mensal, pelo menos por estes tempos, e o Blog Toca Baixo! que há tanto eu falo se Deus quiser ainda entrará em funcionamento este ano (rs). Parece Brincadeira, mas a cada dia mais coisas aparecem para fazer e o tempo não aumenta (rs)

Bom, deixando o blá-blá-blá de lado, vamos retormar nosso último artigo que encerra a série que estamos acompanhando.
O tema que iremos abordar hoje é Habilidades Musicais.
Vamos seguir o mesmo método de raciocínio, pensando inicialmente nos conceitos que orbitam em torno deste assunto.
1. O que é Habilidade?

Quando falamos em habilidades automaticamente pensamos em "ação". A palavra em si possibilita essa ligação com o âmbito do "fazer", do "prático" e do "dinâmico".
Em meio a grande quantidade de estudiosos dessa área, que envolve administração, psicologia, pedagogia, entre outras, o conceito de habilidades pode variar de autor para autor, porém a essência é a mesma.
Deve se tormar cuidado para não confundir Habilidade com Capacidade, pois todos somos capazes de desenvolver habilidades.

Sendo assim, ao destacarmos o conceito habilidade, estaremos nos referindo a algo a ser desenvolvido na interação do sujeito com o meio. Dependendo do contexto em que a pessoa esteja inserida, as habilidades a serem desenvolvidas serão umas ou outras, pois cada cultura exige a necessidade de desenvolver determinadas habilidades em função de fatores relativos ao meio ambiente. É o caso das diferentes disciplinas, com diferentes exigências que exigem diferentes habilidades. [1]
Ainda podemos destacar que desenvolver uma Habilidade é um processo de aprendizagem e que exige conhecimento (que dará a orientação de como fazer determinada ação), organização do raciocínio lógico e consciente (o que permitirá o desenvolvimento efetivo e com controle da habilidade que está sendo desenvolvida) e prática (o que realmente fará com que todo o processo seja assimilidado de tal forma que a habilidade chegue a se tornar inconsciente, pois se aprende com os erros e a cada "treino" se assimila e consolida a Habilidade).

Prieto Sánchez e Pérez Sánchez (1993) falam em habilidade como sendo toda a atividade mental que se pode aplicar a uma tarefa específica de aprendizagem. Por meio desta definição, podemos perceber que as habilidades, por serem construídas, algumas nunca chegarão a ser característica da pessoa.
Em Monereo Font (2000) encontramos uma definição de habilidade, que se refere às capacidades que podem expressar-se mediante comportamentos em qualquer momento, já que foram desenvolvidos na prática, quer dizer, por via procedimental. Isso significa que, por trás de todo o procedimento humano, existe uma habilidade que possibilita a realização de tal procedimento. Portanto, habilidade é poder realizar algo, mas, não supõe em nenhum caso, que uma habilidade pode ser reduzida a um único procedimento, nem que procedimento signifique o mesmo que habilidade.[1]
2. Tipos de Habilidades

Existem muitos tipos de habilidades, a citar:
  • Habilidades Pessoais;
  • Habilidades Interpessoais;
  • Habilidades Motoras;
  • Habilidades Cognitivas;
  • Habilidades Profissionais;
  • Habilidades Sociais;
  • Habilidades Gerenciais;
  • Entre outras...
Porém vamos entrar  agora em uma habilidade que interessa bastante a nós Músicos, sejamos baixistas, guitarristas, violinistas, etc. Desenvolver a Habilidade Musical não é tarefa fácil, principalmente quando fazemos nossos estudos com afinco e tentamos o máximo minimizar falhas.
No entanto sabemos que Música pe expressão, é sentimento, e pensar em desenvolver esta Habilidade, inclui também a olhar para o lado lírico e artístico que envolve a profissão do Músico, pois se não fosse assim seríamos que nem o robô Violinista  da Toyota, ou seja, estudaríamos para tocarmos como robôs programados, tocando a uma pulsação X, em um andamento Y e apenas reproduzindo as notas sem  a preocupação de colocar na Música a nossa visão, percepção e interpretação pessoal do que se toca.
Quando se fala em Habilidades Musicais nos remete ao pensamento a figura do músico virtuoso, no entanto não devemos esquecer de ser Musical.
As habilidades são inseparáveis da ação, mas exigem domínio de conhecimentos. As competências pressupõem operações mentais, capacidades para usar as habilidades, emprego de atitudes, adequadas à realização de tarefas e conhecimentos. Desta forma as habilidades estão relacionadas ao saber fazer. Assim, identificar variáveis, compreender fenômenos, relacionar informações, analisar situações-problema, sintetizar, julgar, correlacionar e manipular são exemplos de habilidades.[2]
Ser músico não é uma profissão fácil! Requer dedicação, horas de estudo, conhecimento de outras áreas e linguagens e principalmente aqui no Brasil, onde poucos conseguem seu "lugar ao sol" no mundo da Música, especialmente se você tem conceitos, pois o que se observa é que  a música que baixa qualidade tem mais "saída" do que aquela que está sendo bem trabalhada. Exemplos disso? Ligue o rádio ou a TV e verá...
O Brasil é terra de músicos sensacionais e o pior que 90% deles estão ainda escondidos no anonimato, o que é uma pena, mas ser músico é ser mais que músico, é ter um espírito em contante evolução.

Que o Deus Criador abençoe os estudos de todos nós!

Saúde e paz!

Referências
As citações encontradas neste artigo foram extraídas dos seguintes endereços da web:


[1] PORTILHO, E. COMO OS ALUNOS UNIVERSITÁRIOS GOSTAM DE APRENDER. Disponível em: http://www.serprofessoruniversitario.pro.br/ler.php?modulo=8&texto=1508

[2] BORDONI, T. Saber e fazer... Comeptências e habilidades ?!?!. Disponível em: http://www.pedagobrasil.com.br/pedagogia/saberefazer.htm